Olha eu, mais uma vez
distraindo a verdade, enganando a mim mesma
olha eu, querendo demais (ou é de menos?)
olha eu, catando as migalhas
me encarando no espelho com o rosto disforme em lágrimas.
Eu sei, que a dor não me deixa.
Sei que é um dia de cada vez.
Mas sei também que nunca fui uma miserável.
Nunca exigi o que realmente merecia.
Sempre me deixando levar.
Deixo o amor, ou o que quer q seja o sentimento, me levar.
Navego em águas mornas, cômodas, apáticas da maré que mal avança na superfície.
Enquanto no interior do meu oceano, me consumo, me debato, me contorço.
Depois do amor a solidão. Depois do pecado a redenção?
distraindo a verdade, enganando a mim mesma
olha eu, querendo demais (ou é de menos?)
olha eu, catando as migalhas
me encarando no espelho com o rosto disforme em lágrimas.
Eu sei, que a dor não me deixa.
Sei que é um dia de cada vez.
Mas sei também que nunca fui uma miserável.
Nunca exigi o que realmente merecia.
Sempre me deixando levar.
Deixo o amor, ou o que quer q seja o sentimento, me levar.
Navego em águas mornas, cômodas, apáticas da maré que mal avança na superfície.
Enquanto no interior do meu oceano, me consumo, me debato, me contorço.
Depois do amor a solidão. Depois do pecado a redenção?
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