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Mostrando postagens de 2016

o(s) outro(s) e nós

Talvez o q justifique nossas vidas seja a busca. Procurar por algo, estar insatisfeito. Deve ser por isso q depois de conquistar aquilo q se quis, tudo perde o sentido. Precisamos de motivos o tempo todo. Nossa busca por satisfação. Enfim, sozinha ficarei, depois de anos. Eu e meus fantasmas, a insegurança q sempre rondou nossas vidas. E vendo a confusão e o medo q temos de encarar nossos algozes imaginários, ou n tão imaginários assim, passamos a vida crendo nos cães. Que ladraram e ladram por nossa vida à fora, nos dizendo como ser e o q fazer. Nos deixando temer o enfrentamento. A cada um coube a fuga. A fuga socialmente aceita. Casando com as representações da castração ja tão conhecida. Até pq hoje as pessoas q sofrem retaliações sempre acham e n entendem do pq o outro estar fazendo tal coisa.  Casando c o inimigo. Passamos a vida sonhando c a liberdade, mas nosso escape é só mais uma prisão. Saímos da casa dos nossos pais, casamos com pessoas q repetem o papel de aliciadore...

lua cheia tudo recomeça oração

Passado, caminho sem volta. Lua cheia. Meus instintos não falham. Nem os sinais. Pensamento transmite. Juntando a fome com a vontade de comer. Positividade e um pouco mais de leveza e atitude. Mais paz e amor. Preencher a alma de certezas. O que desejo se concretizará, não importa a falta de paciência, a demora, não saber esperar. O desânimo, a tristeza, que insiste em me rondar. Agradecer sempre. Pelas pessoas, ensinamentos apresentados. Pela força, acolhimento e fé que elas me dão.

a desejar quem me deseje

sem saber o q sentir um vazio atrás do outro tempo cada vez mais rápido escassez de sentimentos intensos só mais e mais ausências, de uns, presença de outros. Não posso esquecer q fui eu quem desejei isso. Aprender a lidar c o novo e a ter mais paciência. E não esperar demais. Nem me iludir demais. Nessa montanha-russa  de altos e baixos  dias bons de estar viva outros nem tanto. Meditando. Exercitar o diálogo. Esperando sentada  e minha mente voando longe a desejar quem me deseje

Lembrete

Não aceitar migalhas como se refeição fosse Não deixar ser feita de bengala Não ceder as manipulações, drama, joguete alheio. Fazer meu próprio  jogo Executá-lo friamente Me amar Enterrar o passado Lua minguante não me iluda, como voltar a sentir ou desejar as mesmas coisas de antes, se nada mais faz sentido ? Nem será como antes. Tentando matar a dor.
O dia de iniciar o fim. Onde cabe o amor no meio dos acordos? Assino onde pra acabar com a dor? Alguém pra usar, ser usado por alguém, sem apego . Estar longo tempo sem contato humano faz tudo ganhar uma dimensão enorme, intensa, faz confundir os sentimentos. Como animal enjaulado, quando ao ar livre, admira a tudo como novidade, tudo fascina.  Sempre atendo a pedidos. Tudo q achamos que decidimos não temos a certeza se é nosso ou é atendendo ao outro.  A gente vai levando de consentimento em consentimento. Pela falta de opção.  Pq é isso ou nada. O outono e inferno pra mim são sempre depressivos.  Não me arrependo de nada, nem busco o passado como algo perfeito ao qual eu queira voltar.  É preciso abraçar o presente apesar do choro, do vazio, é preciso crer, sei la, que a vida sempre tem suas surpresas. Não esperar amor do outro, me amar.  Ter luz e não levar o peso do mundo nas costas, não procurar bengalas, nem deixar que os outros me façam ...
Aprendendo a ter segurança. Desapegar. Usufruir do que a vida dá. Amar sem possuir, como se uma ideia fosse. Sem tortura. Respeito o prazer alheio. O tédio me alimenta.

instantes

De migalha em migalha, Das pedras no caminho, de pó em pó, Aos poucos, minuciosamente, a vida se constrói, do que surgir pelo trajeto. A inquietude de querer tudo resolvido, cede a realidade im(posta) a cada dia. Inicio meio e fim. Recomeço. A vida é feita de instantes.

clandestinos

Sou melhor nas ausências. Eu sinto uma saudade sem fim. de amores, carinhos... Quando longe fantasio um mundo cheio de gestos, afagos, vontades recíprocas. Amar sem ser correspondida a altura da nossa sede, frustra. De perto sou indiferente quando não correspondida, fria, dura, auto censura. O esboço da perfeição, travada. Morrendo por dentro de vontade de te abraçar. Olhos julgadores.  Clandestinos.
Nos momentos de escuridão Exercitar a humildade Amar com todas as forças Sabendo que essa força não será suficiente para a pessoa permanecer junto. Sofrer, remoer a vida. Não há saída de emergência. Um dia de cada vez. O fim está próximo. Respire, pondere, não pire.
A gente já perdeu tempo, dinheiro, vida... Nada me convence do contrário. Perdemos. Não veremos tudo, não teremos tudo, não viveremos tudo. É tudo perda de tempo... de energia, de sentimento... Amar demais, Gostar demais Esperar consideração do outro... o outro, terra de nínguém. A gente perde o entusiasmo. Se conseguíssemos manter a satisfação sentida na conquista, nas vitórias, na felicidade, no gozo, mas acaba. E a gente quer mais... E tome busca, angustia, ansiedade... E acaba, não é nada. Daí você começa a lembrar do passado como se lá e só lá você fosse genuinamente completa. Cadê aquela sensação de plenitude, aquilo que parecia fazer tanto sentido? Já era. Não há mais. Eterna inconstância.
Por mais que se busque respostas milagrosas, oráculos, jogos de adivinhação, feitiços que como mágica, transforme a realidade e nos dê a cura para todos os males óbvios, a vida nos ensina pacientemente que não há nada que faça tudo instantaneamente mudar, a não ser que mudemos nossa atitude perante as coisas.  Pacientemente, semear e esperar, até que tudo floresça conforme quisto.  Senão, começar tudo do zero, novamente. A ansiedade vivida por nós, os medos, a infinidade de sentimentos negativos, as exigências, expectativas e demandas nossas e dos outros. Tudo pressiona o peito, angustia.  Só dispomos de certezas/dúvidas, prazer/desprazer, probabilidades, frustrações, intolerâncias.  Não podemos ser/ter vazios, porque eles já estão cheios. Somente na acolhida serena da paciência é que se poderá tomar posse do que nos é dado.