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Mostrando postagens de novembro, 2014
Será que alguém já quis não morar na própria mente? Da forma como me escraviza, me domina, tira meu senso de realidade. Presa a convenções, padrões, Modus Operandi. Tem horas que fica tão difícil, pesado, cruel. Martírio sem fim. Será que nem em mim posso acreditar? Será que realmente temos escolha? As vezes a vida puxa pra baixo e acreditamos que não. Filtro essa dor persistente. Saio do papel de coitada.  A vida não espera por ninguém.
A decisão foi minha, não há como voltar atrás. Você me tortura pela escolha que fiz, me ignora, tenta encarar como se tudo fosse normal. Talvez seja. Talvez, como sempre, a dramática seja eu. Talvez minha forma vitimizada seja mais cômoda de viver.Colocar a culpa no outro é sempre mais fácil. Mas não me arrependo. Só assim eu descubro atraves das escolhas que fiz que nada foi em vão. Você me diz que fujo às minhas responsabilidades.  Que seja, cedo ou tarde ela baterá a minha porta. Pronta ou não cá estou eu. Eu vou. Tentando não me abater, não ceder as pressões alheias, pois meu pior algoz sou eu. Tentando confiar em minha essência. Porque como você diz: Quem não aguentar, vai morrendo. I'm living...

Sentir

Queria não sentir. Ou fazer-me indiferente. Queria ter o poder de direcionar meus devaneios ao que realmente importa. Mas o que importa? waste time.. Louca! Completamente fora da realidade meu pensamento vai. E eu so queria sumir Can you find me? Me encontro perdida Procurando algo que faça sentido. Fazer sentido. Sentir!