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Mostrando postagens de fevereiro, 2016
Nos momentos de escuridão Exercitar a humildade Amar com todas as forças Sabendo que essa força não será suficiente para a pessoa permanecer junto. Sofrer, remoer a vida. Não há saída de emergência. Um dia de cada vez. O fim está próximo. Respire, pondere, não pire.
A gente já perdeu tempo, dinheiro, vida... Nada me convence do contrário. Perdemos. Não veremos tudo, não teremos tudo, não viveremos tudo. É tudo perda de tempo... de energia, de sentimento... Amar demais, Gostar demais Esperar consideração do outro... o outro, terra de nínguém. A gente perde o entusiasmo. Se conseguíssemos manter a satisfação sentida na conquista, nas vitórias, na felicidade, no gozo, mas acaba. E a gente quer mais... E tome busca, angustia, ansiedade... E acaba, não é nada. Daí você começa a lembrar do passado como se lá e só lá você fosse genuinamente completa. Cadê aquela sensação de plenitude, aquilo que parecia fazer tanto sentido? Já era. Não há mais. Eterna inconstância.
Por mais que se busque respostas milagrosas, oráculos, jogos de adivinhação, feitiços que como mágica, transforme a realidade e nos dê a cura para todos os males óbvios, a vida nos ensina pacientemente que não há nada que faça tudo instantaneamente mudar, a não ser que mudemos nossa atitude perante as coisas.  Pacientemente, semear e esperar, até que tudo floresça conforme quisto.  Senão, começar tudo do zero, novamente. A ansiedade vivida por nós, os medos, a infinidade de sentimentos negativos, as exigências, expectativas e demandas nossas e dos outros. Tudo pressiona o peito, angustia.  Só dispomos de certezas/dúvidas, prazer/desprazer, probabilidades, frustrações, intolerâncias.  Não podemos ser/ter vazios, porque eles já estão cheios. Somente na acolhida serena da paciência é que se poderá tomar posse do que nos é dado.