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Mostrando postagens de julho, 2018

sextou

Não me conte suas mentiras eu não vivo sem verdade Não preciso do arco iris ele camufla a luz nítida e clara com que a vida real passa porque depois da cena e de todo o trabalho o embrulho do presente se desmancha  e o que aparece é o mesmo ator em um personagem um pouco diferente.  Ok você diz que não mente, mas quem realmente sabe o que sente? Sente aqui, me conceda a dança rodopiaremos embriagados na valsa do tempo rotineiro  que nos devora a todos nos embriaguemos porque nada é verdade e a morte é o presente dado a todos

rascunhos

Olha eu, mais uma vez distraindo a verdade, enganando a mim mesma olha eu, querendo demais (ou é de menos?) olha eu, catando as migalhas me encarando no espelho com o rosto disforme em lágrimas. Eu sei, que a dor não me deixa. Sei que é um dia de cada vez. Mas sei também que nunca fui uma miserável. Nunca exigi o que realmente merecia. Sempre me deixando levar. Deixo o amor, ou o que quer q seja o sentimento, me levar. Navego em águas mornas, cômodas, apáticas da maré que mal avança na superfície. Enquanto no interior do meu oceano, me consumo, me debato, me contorço. Depois do amor a solidão. Depois do pecado a redenção?