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devaneios


A mina na torre
A queimar de desejos
esperando matar a sede alheia
sendo usada
engolidora de mini espada
afogada no copo d'água
o ar poluído invade os pulmões
o céu indiferente a lua nem assente as queixas do meu coração.
mágoa, melancolia, depressão insólita. Fuga da razão.

A razão é busca por fazer sentido.
Uma vida inerte presa , sempre presa.
Nos meus sonhos as ansiedades e meias verdades aparecem.
Eu morro todo dia. De ansiedade, sentimento não correspondido.

O que há de errado com as pessoas? Estão blindadas?
E minha mente? mente?
Eu quero tão pouco e o pouco me é tirado.
Minha fuga é o sono. Nele dou ponto do outro lado. E lá pareço pertencer, viver. No sonho é como na vida não controlo me deixo levar.
A dor física é um peso. corroi. 

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